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Havana denuncia "um novo ato criminoso de agressão e terrorismo de Estado" por parte de Washington.
MADRID, 6 jan. (EUROPA PRESS) -
As autoridades cubanas confirmaram na terça-feira a identidade dos 32 membros de suas forças mortos durante o ataque perpetrado no sábado pelos Estados Unidos contra a Venezuela, que resultou na captura do presidente do país sul-americano, Nicolás Maduro, que compareceu a um tribunal em Nova York na segunda-feira.
Os nomes e as fotografias dos mortos foram publicados pelo diário oficial 'Granma' em um artigo intitulado 'Honra e glória', no qual destaca o trabalho das "vítimas de um novo ato criminoso de agressão e terrorismo de Estado" dos Estados Unidos contra "a irmã República Bolivariana da Venezuela".
O artigo, compartilhado pelo Ministério do Interior de Cuba em sua conta no Facebook, enfatiza que todos eles "perderam a vida em ações de combate e após uma resistência feroz" e acrescenta que "estavam cumprindo missões em nome das Forças Armadas Revolucionárias e do Ministério do Interior, a pedido de órgãos homólogos" na Venezuela.
O documento especifica que 20 dos mortos eram "combatentes do Ministério do Interior" - incluindo dois coronéis, um tenente e quatro majores - e 12 "combatentes das Forças Armadas Revolucionárias" - incluindo um capitão, um primeiro suboficial e um suboficial sênior.
O presidente cubano Miguel Díaz-Canel confirmou no domingo que 32 cubanos foram mortos durante o ataque dos EUA, que incluiu bombardeios na capital, Caracas, e nos estados de Aragua e La Guaira, e deixou dezenas de mortos. Ele também declarou "dois dias de luto nacional" e ordenou que a bandeira cubana fosse hasteada a meio mastro.
Díaz-Canel enfatizou que os combatentes cubanos em questão "cumpriram seu dever com dignidade e caíram, depois de uma resistência feroz, em combate direto contra os atacantes ou como resultado do bombardeio das instalações, e com suas ações heroicas souberam elevar os sentimentos de solidariedade de milhões de compatriotas".
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