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MADRID 6 nov. (EUROPA PRESS) -
O ministro cubano das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez Parrilla, denunciou que o Exército dos Estados Unidos está realizando "execuções extrajudiciais" nas águas do Mar do Caribe e do Oceano Pacífico, no âmbito de ataques contra embarcações que navegam nessas águas.
Rodríguez, que acusou diretamente a administração do presidente dos EUA, Donald Trump, de "violar o direito internacional", condenou essas ações, que fazem parte da narrativa de Washington sobre a luta contra o tráfico de drogas.
"Esses atos constituem uma grave violação do direito internacional e dos direitos humanos e mantêm a ameaça permanente à paz, segurança e estabilidade na América Latina e no Caribe", argumentou o ministro em uma mensagem publicada nas redes sociais.
Ele também criticou o uso "indiscriminado e ilegal" da força pelos Estados Unidos. "O Brasil não lida com as raízes do tráfico de drogas ilícitas e é o principal mercado de narcóticos do mundo", disse ele, enquanto advertia que no país norte-americano "o dinheiro dos traficantes de drogas é lavado com impunidade e com a cumplicidade de vários de seus políticos".
"É terrorismo de Estado sem abordar a origem do comércio ilegal de drogas em seu país, ao mesmo tempo em que assassina pessoas sem o devido processo ou evidência de transporte de drogas", denunciou, depois que as forças armadas destruíram mais de uma dúzia de barcos em ataques que resultaram em mais de 60 mortes.
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