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MADRID 17 fev. (EUROPA PRESS) -
O Ministério da Saúde de Cuba denunciou que cerca de 33.000 mulheres grávidas estão em perigo na ilha devido ao “agravamento do bloqueio energético imposto pelos Estados Unidos” e à falta de combustível que o território enfrenta, uma situação que piorou durante o último mês, desde que o Exército americano atacou a Venezuela e provocou uma mudança de governo.
“Mais de 32.880 grávidas enfrentarão riscos adicionais, ameaças e limitações como consequência do bloqueio energético do governo dos Estados Unidos contra Cuba. Não se deve bloquear o direito à vida!”, afirmou o Ministério em um comunicado divulgado nas redes sociais.
Nesse sentido, as autoridades cubanas alertaram para o impacto direto que o déficit de combustível pode ter sobre a saúde e a integridade física da população local, que enfrenta cortes nos serviços vitais do sistema de saúde.
De acordo com dados oficiais, as restrições no fornecimento de energia afetam fundamentalmente o Programa de Atenção Materno-Infantil, com limitações no acesso a exames de ultrassom de acompanhamento fetal e estudos genéticos, essenciais para o diagnóstico de malformações e complicações.
O Ministério da Saúde alertou, além disso, que esta situação compromete a assistência a pacientes oncológicos e com doenças crônicas, bem como o acompanhamento de programas relacionados a doenças transmissíveis, o que poderia ter um impacto nos índices de mortalidade.
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