Europa Press/Contacto/Joaquªn Hernndez
MADRID 7 jun. (EUROPA PRESS) -
O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, denunciou neste sábado que as crianças que vivem na ilha são vítimas diretas do recrudescimento do bloqueio comercial imposto pelos Estados Unidos, qualificando as restrições e o cerco ao fornecimento de petróleo como um “castigo coletivo, cruel e indiscriminado” com consequências fatais para a população infantil.
"As meninas e meninos cubanos são vítimas diretas da ganância, do sufocamento econômico e da agressão norte-americana (...) Exemplos disso são a duplicação da taxa de mortalidade infantil de 4,0 para 9,9 por mil nascidos vivos, e a redução da expectativa de vida de crianças com câncer de 85% para 65%”, denunciou o ministro cubano em uma publicação em suas redes sociais.
Segundo Rodríguez, o impacto das sanções norte-americanas provocou um grave retrocesso nos indicadores de saúde pública do país. As autoridades cubanas apontaram que a escassez de suprimentos médicos e as dificuldades financeiras decorrentes do bloqueio se refletem na duplicação da taxa de mortalidade infantil, que teria subido de quatro para quase dez crianças por mil nascidos vivos, bem como na redução da expectativa de vida dos doentes com câncer, que caiu de 85% para 65%.
Diante desse cenário, o governo da ilha exigiu formalmente o fim imediato da hostilidade política e econômica de Washington, instando para que se permita o desenvolvimento e o crescimento das crianças cubanas em condições de estabilidade e paz.
Os Estados Unidos intensificaram sua ofensiva contra os líderes cubanos após a acusação do ex-presidente Raúl Castro e as sanções contra o atual presidente, Miguel Díaz-Canel.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático