Publicado 20/06/2025 14:14

Cristina Fernández denuncia uma operação policial "ilegal" em sua casa e acusa Bullrich de "provocação".

BUENOS AIRES, 10 de junho de 2025 -- A ex-presidente argentina Cristina Fernandez de Kirchner (C) acena na sede do Partido Justicialista em Buenos Aires, Argentina, em 10 de junho de 2025. A Suprema Corte da Argentina confirmou na terça-feira a pena de se
Stringer / Xinhua News / ContactoPhoto

MADRID 20 jun. (EUROPA PRESS) -

A ex-presidente argentina Cristina Fernández de Kirchner denunciou uma operação policial "ilegal" e "sem mandado" em sua casa em Buenos Aires durante a madrugada, ações pelas quais ela apontou diretamente a ministra da Segurança Nacional, Patricia Bullrich, a quem acusou de "provocar conflitos".

"Essa mulher, que é realmente nefasta e capaz de qualquer coisa (seu histórico prova isso), só busca gerar o caos para ficar sob os holofotes e, ao mesmo tempo, servir ao governo no poder, para esconder o desastre econômico e social que nosso país está vivendo e que nosso povo está sofrendo", destacou.

Em uma mensagem nas redes sociais, Fernández chamou Bullrich de "Sra. Violência" e garantiu que as manifestações em seu apoio, incluindo a "mobilização maciça que transbordou a Plaza de Mayo", foram realizadas "em paz e com perfeita ordem e respeito à propriedade pública e privada".

A ex-presidente argentina também pediu a seus apoiadores que se manifestassem no Parque Lezama, na capital, e não em frente à sua casa. "Sempre saibam que, quando vocês estão lá, até o que é ruim se torna bom", disse ela.

Suas declarações foram feitas depois que ela pediu permissão aos tribunais para receber visitas não apenas de sua família imediata, advogados e médicos, mas também de amigos em sua casa, onde está cumprindo seis anos de prisão domiciliar após ser condenada por corrupção.

O presidente da Argentina, Javier Milei, enfatizou na sexta-feira que não tem "absolutamente nenhuma intenção" de conceder um perdão a Fernández, que também foi permanentemente proibida de ocupar cargos públicos.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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