MADRID 9 abr. (EUROPA PRESS) -
O Conselho de Segurança Nacional da Costa Rica declarou como “organizações terroristas” a Guarda Revolucionária do Irã, bem como o partido-milícia xiita libanês Hezbollah, o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) e os rebeldes houthis do Iêmen.
Foi o que anunciou nesta quarta-feira o Ministério das Relações Exteriores do país em um comunicado no qual explicou que essa decisão é resultado de uma “análise dos antecedentes disponíveis” e “em conformidade com os compromissos internacionais do país na luta contra o terrorismo e seu financiamento”.
Essa declaração, precisou, permitirá que as autoridades de inteligência e os órgãos judiciais “fortaleçam” suas capacidades de “prevenção, investigação e perseguição penal”, agindo com “maior contundência” contra “eventuais redes de apoio logístico e financeiro” que possam estar operando em seu território nacional para a manutenção “dessas organizações”.
Com essa medida, acrescentou o Ministério das Relações Exteriores da Costa Rica, San José busca prevenir “qualquer forma de ação ou influência desses grupos no país”, ao mesmo tempo em que protege “a segurança da população e a integridade das instituições democráticas”.
A Costa Rica não é o primeiro país latino-americano a adotar uma medida desse tipo, já que, recentemente, o governo da Argentina, liderado por Javier Milei, declarou a Guarda Revolucionária como “organização terrorista”, assim como fizeram as autoridades do Paraguai em 2025.
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