Eles pertenciam ao grupo Comandos de Frontera, que matou onze soldados que participavam de uma operação contra a mineração ilegal.
MADRID, 14 maio (EUROPA PRESS) -
O comandante geral do Exército equatoriano, Henry Delgado Salvador, confirmou nesta terça-feira a descoberta dos corpos de mais dois guerrilheiros membros dos Comandos de Fronteira na região amazônica de Alto Punino, onde o grupo dissidente das FARC atacou uma brigada que participava de uma operação contra a mineração ilegal na última sexta-feira.
Com isso, sobe para três o número de membros do grupo armado encontrados mortos, depois que o líder regional dos Comandos de Fronteira no Equador, conhecido como "Compadre", foi encontrado no mesmo dia da emboscada.
A promotoria equatoriana disse que está aguardando relatórios para verificar "se as mortes estão relacionadas com as mortes dos onze soldados" mortos, embora os corpos tenham sido encontrados no mesmo local do ataque, de acordo com o exército na rede social X.
Na declaração, as forças armadas equatorianas disseram que "as condições na selva são extremamente complexas, o que retarda o avanço do pessoal militar", e que "fatores climáticos adversos dificultaram o deslocamento para os pontos de interesse operacional".
Elas também indicaram que a Polícia Nacional está ajudando "especialmente na investigação de possíveis suspeitos no interior da população, bem como no controle das estradas".
Na segunda-feira, o exército do Equador enviou 1.500 militares com drones e apoio de helicópteros para localizar e eliminar membros dos Comandos de Fronteira. O presidente do país, Daniel Noboa, declarou os soldados mortos heróis nacionais e decretou três dias de luto nacional.
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