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MADRID 20 ago. (EUROPA PRESS) -
O Exército da Colômbia confirmou a prisão do coronel Carlos Didier Pérez Amorocho, por ordem do Ministério Público, devido a suas supostas ligações com grupos armados, como a guerrilha do Exército de Libertação Nacional (ELN) ou as dissidências das extintas FARC, que incluem tráfico de drogas e terrorismo.
As ações sob suspeita de Pérez Amorocho teriam ocorrido nos períodos de 2019 a 2020 e de 2024 a 2025, segundo a contra-inteligência, enquanto se aguarda a determinação de se, durante esses anos, o coronel do Exército recebeu dinheiro desses grupos armados em troca de informações ou de qualquer tipo de manobra que os favorecesse.
Pérez Amorocho teria estabelecido contatos com membros da Frente de Guerra Oriental do ELN, na região de Arauca, e com estruturas associadas à Segunda Marquetalia, uma das dissidências das FARC, no departamento de Nariño.
A acusação imputa-lhe supostos crimes de associação para cometer delitos com fins de tráfico de drogas e terrorismo, suborno ativo, além de tráfico e posse de armas, munições e explosivos de uso restrito e exclusivo das Forças Armadas.
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