MADRID 5 maio (EUROPA PRESS) -
As autoridades da Coreia do Sul abriram uma investigação sobre o incêndio ocorrido na segunda-feira em um navio de propriedade de uma empresa sul-coreana no Estreito de Ormuz, a fim de esclarecer se o incidente foi causado por um ataque, conforme afirmou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Fontes do Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Sul indicaram, em declarações à agência de notícias Yonhap, que as autoridades estão tentando “verificar” se houve um ataque, antes de ressaltar que “não há vítimas” entre a tripulação sul-coreana do navio, operado pela empresa HMM.
A própria HMM declarou que “por enquanto não está claro se o incidente foi causado por um ataque externo ou uma falha interna”, antes de destacar que o ‘HMM Namu’ será transferido para os Emirados Árabes Unidos (EAU) enquanto prosseguem as investigações sobre o que aconteceu no navio, no qual havia 24 tripulantes — seis sul-coreanos e 18 estrangeiros —
Por sua vez, a Presidência da Coreia do Sul convocou uma reunião durante o dia para discutir uma possível resposta ao incidente no navio, com bandeira do Panamá, segundo seu porta-voz, Kang Yu Jung, sem que, por enquanto, tenham sido divulgados detalhes ou haja informações sobre uma decisão por parte de Seul.
Trump ressaltou na segunda-feira que as forças americanas haviam afundado sete lanchas iranianas no âmbito de sua iniciativa “Projeto Liberdade”, que tem o objetivo declarado de guiar os navios mercantes presos pelo bloqueio do estreito de Ormuz, antes de afirmar que “o Irã disparou contra países não envolvidos, incluindo um navio mercante sul-coreano”. “Talvez seja o momento de a Coreia do Sul se juntar à missão”, sugeriu.
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