Publicado 28/08/2025 06:58

Coreia do Sul e EUA concordam em discutir o reprocessamento de combustível nuclear por Seul

Archivo - Arquivo - Imagem de arquivo de uma bandeira sul-coreana.
Europa Press/Contacto/Kim Jae-Hwan - Arquivo

MADRID 28 ago. (EUROPA PRESS) -

O ministro sul-coreano das Relações Exteriores, Cho Hyun, anunciou nesta quinta-feira que o governo chegou a um acordo com os Estados Unidos para discutir o reprocessamento de combustível nuclear por Seul, que o considera uma "medida necessária e significativa" para o país asiático.

"O reprocessamento nuclear é necessário, e é muito significativo que tenhamos concordado em discuti-lo com os Estados Unidos", disse ele em relação à cooperação nuclear entre os dois países, uma questão que foi discutida durante a reunião no início desta semana entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente sul-coreano, Lee Jae Myung.

Ele disse que Seul "precisa ser capaz de reprocessar seu combustível e produzi-lo de forma independente por meio do enriquecimento". Para conseguir isso, disse ele, "a cooperação com os Estados Unidos é essencial". "Devemos revisar o acordo atual para conseguir isso por outros meios, sempre dentro da estrutura do pacto", acrescentou.

Cho também destacou que é importante abordar essa questão "por meio de uma perspectiva ambiental e industrial". "No contexto da proliferação nuclear, há questões que seriam difíceis de serem aceitas pelos Estados Unidos", disse ele, de acordo com a agência de notícias Yonhap.

"Graças à explicação exaustiva dada desta vez, acredito que as conversações irão de fato avançar nessa direção, por isso é importante", disse o ministro sul-coreano, que também afirmou estar comprometido em "avançar junto com a China", um país que se tornou "importante em nível econômico".

No entanto, ele alertou que "os dias em que as empresas chinesas mantinham um relacionamento complementar com as empresas sul-coreanas acabaram". "Agora é um relacionamento competitivo. Acho que o presidente Lee sabe que, nesse sentido, é difícil manter a antiga política aplicada à península coreana no passado", enfatizou.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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