Seul diz que Pyongyang está considerando um terceiro envio de 6.000 militares para o território russo.
MADRID, 2 set. (EUROPA PRESS) -
As autoridades sul-coreanas elevaram nesta terça-feira para cerca de 2.000 o número de soldados norte-coreanos mortos em combate com tropas ucranianas como parte de seu destacamento na região russa de Kursk, para onde foram enviados como parte de um acordo estratégico firmado em 2024 entre Moscou e Pyongyang no contexto da invasão da Ucrânia.
Os serviços de inteligência da Coreia do Sul indicaram que a Coreia do Norte enviou cerca de 13.000 militares para a Rússia para apoiar a invasão russa da Ucrânia, antes de acrescentar que Pyongyang está considerando enviar mais 6.000 soldados para o país, no que seria sua terceira rodada de envio, de acordo com a agência de notícias sul-coreana Yonhap.
No final de agosto, o líder norte-coreano Kim Jong Un elogiou as ações "heroicas" das tropas norte-coreanas posicionadas na Rússia e destacou a capacidade do exército, que está "fazendo o que deve, como fez e fará no futuro", em meio à aproximação entre Pyongyang e Moscou, que foi duramente criticada por Seul.
A Coreia do Norte confirmou que, pela primeira vez, enviou um contingente à região russa de Kursk para apoiar as tropas russas a repelir a incursão de agosto de 2024 lançada pelas forças ucranianas. Moscou confirmou que teria reconquistado toda a região em abril de 2025, após expulsar as tropas de Kiev do território.
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