MADRID 21 ago. (EUROPA PRESS) -
As autoridades da Coreia do Sul afirmaram nesta sexta-feira que o “diálogo direto” entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte é “crucial” para resolver a questão nuclear e “pôr fim ao programa” norte-coreano, agora que cresce a preocupação com uma possível aproximação entre o governo norte-americano e Pyongyang.
Um porta-voz do Ministério da Unificação indicou que “neste exato momento, a Coreia do Norte está reforçando suas capacidades nucleares”, embora tenha lamentado que as relações intercoreanas estejam “estagnadas” no momento, conforme informou a agência de notícias Yonhap.
“Que força motriz existe para impulsionar isso, além da retomada do diálogo entre Washington e Pyongyang?”, afirmou, antes de argumentar que essas preocupações “ignoram a realidade prática” subjacente.
Nesse sentido, ele afirmou que os acontecimentos recentes “podem significar uma mudança radical”. “Esse diálogo poderia levar a um grande plano para substituir o atual sistema instável de armistício na península por um regime de paz mais estável e duradouro”, sustentou.
A Coreia do Sul e a Coreia do Norte continuam tecnicamente em guerra, uma vez que o conflito bélico — que ocorreu entre 1950 e 1953 — terminou com um armistício, mas não com um tratado de paz.
É por isso que ele enfatizou que “um princípio fundamental para se tornar um país normal é tratar a outra parte com consideração e respeito” e instou a Coreia do Norte a se unir na busca por uma solução que beneficie ambas as partes.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático