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MADRID 25 maio (EUROPA PRESS) -
As autoridades norte-coreanas pediram ao governo dos Estados Unidos, no domingo, que ponha fim às suas "ameaças militares" e "tentativas de agressão" contra outros Estados como a única maneira de garantir a segurança de seu território continental.
O Ministério da Defesa Nacional norte-coreano criticou os EUA por justificar suas "práticas arbitrárias" sob o pretexto de supostas "ameaças" de outros países, e argumentou que esse comportamento na verdade revela "sua tentativa militar extremamente hegemônica e audaciosa de criar o ambiente e as condições para o maior acúmulo de armas da história, que é desprovido de validade e racionalidade".
Nesse sentido, ele criticou o orçamento militar "astronômico" de Washington e o estabelecimento de um novo sistema de defesa antimísseis, bem como seus esforços para "expandir e modernizar" seu arsenal nuclear, de acordo com um comunicado de imprensa publicado pela agência de notícias oficial KCNA.
A Defesa chamou de "ilógico" o fato de os EUA anunciarem suas ações como "defensivas" e "dissuasivas" e tentarem apresentar o "fortalecimento da capacidade de autodefesa e autodefesa legítima" de Pyongyang como uma "ameaça" e uma "provocação".
Essa "lógica de gangster" dos EUA "constitui outro sinal de perigo para a paz e a estabilidade na região da Ásia-Pacífico, incluindo a península coreana e o resto do mundo, e pressagia um ambiente de segurança cada vez mais instável", acrescentaram.
A esse respeito, o governo norte-coreano garantiu que não está apenas "observando atentamente o crescimento das armas nucleares dos EUA", mas também "fazendo esforços contínuos e práticos" para se equipar com "uma força de dissuasão" para lidar com "qualquer instabilidade" resultante desse crescimento.
"A chave para garantir a segurança da parte continental dos EUA não está na expansão imprudente de sua força militar, mas no abandono completo das ameaças militares e das tentativas de agressão contra outros países", insiste Pyongyang.
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