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MADRID, 2 jun. (EUROPA PRESS) -
As autoridades norte-coreanas defenderam nesta segunda-feira seus laços militares "legítimos" com a Rússia, que atribuem a uma questão de "soberania" e "segurança", e criticaram o trabalho da Equipe Multilateral de Monitoramento de Sanções (MSMT), criada em 2024 depois que Moscou vetou a renovação do grupo da ONU designado para essa função.
Eles alegaram que a MSMT é simplesmente uma "ferramenta política que opera de acordo com os interesses geopolíticos dos países ocidentais e, portanto, não tem nenhum pretexto para realizar determinadas investigações ou exercer seus direitos sobre outros países".
Assim, o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte atacou o grupo, que é formado por onze membros da ONU, e acusou a Coreia do Norte de facilitar os ataques de mísseis russos contra a infraestrutura civil na Ucrânia.
"Essas declarações são hostis e ultrajantes, e minam nossa soberania", disse o ministério, de acordo com a agência de notícias estatal norte-coreana KCNA.
Ele defendeu essa cooperação, que faz parte do acordo de parceria estratégica assinado recentemente pelos dois países, e expressou sua "preocupação com as ações e provocações do Ocidente e suas políticas unilaterais".
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