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MADRID 26 ago. (EUROPA PRESS) -
As autoridades norte-coreanas voltaram a criticar nesta terça-feira as manobras militares conjuntas dos Estados Unidos e da Coreia do Sul na região, atividades que consideram um sinal de "hostilidade" e de "seu desejo de invadir" o território norte-coreano.
Kim Yong Bok, um alto funcionário militar norte-coreano, disse que os exercícios, que começaram há nove dias e estão programados para terminar na quinta-feira, "raramente são realizados para fins de defesa". "Todo mundo sabe que não é defensivo, especialmente vindo de um país que tem o maior arsenal nuclear", disse ele, referindo-se aos Estados Unidos.
É por isso que ele enfatizou que, se forem adiante, esses dois países "pagarão um preço alto", de acordo com informações obtidas pela agência de notícias estatal norte-coreana KCNA.
Kim também destacou que vários caças F-35 estão participando das manobras e refutou a posição dos aliados, que insistem que se trata de um exercício de treinamento com um objetivo puramente "defensivo".
Para Pyongyang, no entanto, essas medidas são perigosas porque "têm como objetivo colocar manobras na mesa para facilitar uma invasão" ou um "ataque" contra o Irã e suas instalações nucleares.
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