Publicado 04/01/2026 08:46

Coreia do Norte condena operação dos EUA como "violação selvagem" da soberania da Venezuela

Archivo - HANDOUT - 19 de novembro de 2025, Coreia do Norte, Pyongyang: Esta foto divulgada pela Agência Central de Notícias da Coreia do Norte em 18 de novembro de 2025 mostra o líder norte-coreano Kim Jong-un (C) visitando a Suprema Corte e o Supremo Mi
-/KCNA via YNA/dpa - Arquivo

Pyongyang vê o ataque como outro exemplo da natureza "desonesta e brutal" dos EUA

MADRID, 4 jan. (EUROPA PRESS) -

O governo norte-coreano classificou como uma "violação selvagem" da soberania venezuelana a operação militar dos EUA que bombardeou Caracas e arredores e terminou com a captura do presidente do país, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores.

"Estamos prestando muita atenção à gravidade da atual situação na Venezuela causada por esse ato déspota dos Estados Unidos, que está ligado ao aumento da instabilidade que trará a uma situação regional já enfraquecida", disse o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte em um comunicado publicado pela agência de notícias oficial do país, a KCNA.

As autoridades venezuelanas declaram, portanto, que o ataque "é outro exemplo que confirma a natureza desonesta e brutal dos Estados Unidos, que a comunidade internacional tem observado com tanta frequência há muito tempo".

O Ministério das Relações Exteriores da RPDC denuncia veementemente esse ato dos Estados Unidos na Venezuela, "em busca de hegemonia", e o vê como "a forma mais grave de usurpação da soberania e uma violação flagrante da Carta da ONU e do direito internacional, cujo principal objetivo é o respeito à soberania, à não interferência e à integridade territorial".

A Coreia do Norte exige que a comunidade internacional "reconheça a gravidade da atual situação venezuelana, que teve consequências catastróficas para a consolidação das relações regionais e internacionais", e levante "uma voz de protesto e denúncia contra a violação habitual da soberania de outros países pelos Estados Unidos".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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