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MADRID 12 jan. (EUROPA PRESS) - As autoridades da Coreia do Norte denunciaram nesta segunda-feira o “desprezo” dos Estados Unidos pela “existência da ONU” com seus “atos criminosos” e afirmaram que, em vez de analisar as ações de Pyongyang, seria necessário abordar as medidas “lamentáveis” que Washington está implementando.
Isso foi expresso em um comunicado divulgado pela agência de notícias norte-coreana KCNA, onde criticaram os planos da ONU de analisar supostas violações por parte da Coreia do Norte às sanções internacionais impostas contra ela.
“O que deveria ser questionado e amplamente discutido no seio da ONU é a questão pendente de que os Estados Unidos cometem atos criminosos atrozes”, esclareceram, embora não tenham feito referência a casos concretos.
Nesse sentido, acusaram Washington de “continuar a utilizar de forma irracional a ONU para satisfazer seus próprios interesses geopolíticos, algo que nunca deveria ter sido permitido”. “Eles realizam atos repreensíveis e imorais e zombam do que é a ONU com seus objetivos egoístas”, apontaram.
Na semana passada, o governo do presidente americano Donald Trump anunciou sua saída de 66 organizações internacionais por serem “contrárias aos interesses americanos”, das quais quase metade são da ONU.
Nessa linha, Trump denuncia que as organizações afetadas “minam a independência” de Washington, em particular ao promover “políticas climáticas radicais, governança global e programas ideológicos que entram em conflito com a soberania e a força econômica dos Estados Unidos”.
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