Publicado 19/04/2025 23:00

A Coreia do Norte acusa os EUA de quererem "expandir a guerra" ao relaxar as vendas de armas estrangeiras

Archivo - 13 de abril de 2014, Pyongyang, Pyongyang, República Popular Democrática da Coreia: Bandeiras norte-coreanas tremulam ao vento no centro de Pyongyang em 13 de abril de 2014.
Europa Press/Contacto/Gavin John - Arquivo

MADRID 20 abr. (EUROPA PRESS) -

A Coreia do Norte deixou claro neste domingo sua rejeição à recente decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de flexibilizar as regras para a exportação de armas, acusando-o de querer "expandir a guerra" pelo mundo.

"Por um lado, os Estados Unidos se apresentam como um 'mediador' ao recomendar o diálogo e a negociação, enquanto, por outro lado, entregam continuamente todos os tipos de armas de destruição em massa para incentivar os belicistas a expandir e prolongar ainda mais a guerra", diz um relatório publicado pela agência de notícias norte-coreana KCNA e captado pela mídia regional.

Essa reprovação faz alusão a uma ordem executiva assinada por Trump em 9 de abril para revisar os regulamentos atuais sobre a venda de equipamentos militares dos EUA a fim de facilitar sua comercialização no exterior.

Esse gesto, acrescenta a KCNA, pode ser entendido como parte da estratégia dos EUA para aumentar sua influência global por meio da venda de armas que, em sua maioria, vão para os países "belicistas" da Europa e do Oriente Médio.

De fato, em uma tentativa de modernizar o sistema de exportação de armas, Trump assinou uma ordem executiva no início de abril com o objetivo de simplificar as vendas de armas para outros países.

"Reformar esse sistema fortaleceria simultaneamente as capacidades de segurança de nossos aliados e impulsionaria nossa própria base industrial de defesa", argumentou a Casa Branca em uma declaração na época.

Assim, a iniciativa propunha simplificar os procedimentos, melhorar a cooperação com o setor privado e incorporar as características necessárias para as exportações desde a fase de projeto, entre outras questões.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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