OVIEDO, 12 ago. (EUROPA PRESS) -
Decepção generalizada na região central e no litoral das Astúrias. Passadas as 19h30 desta quarta-feira, o eclipse total de Sol começou a transformar o dia em noite no Principado das Astúrias, mas a neblina e as nuvens baixas estragaram o espetáculo nos principais pontos de observação. Embora nas horas anteriores se previsse céu limpo, a partir das 18h uma espessa camada de neblina cobriu tanto o Monte Naranco quanto o Parque do Oeste, em Oviedo — uma situação semelhante à vivida em Gijón e em toda a faixa costeira. Apenas os entusiastas que optaram por altitudes elevadas nas montanhas do interior, como Coto Bello (Aller), Tineo ou Cangas del Narcea, puderam contemplar o fenômeno histórico sob um céu completamente limpo.
Quem optou por vivenciar o fenômeno no interior das Astúrias e nas montanhas mais altas teve mais sorte do que aqueles que decidiram se aproximar da costa. Assim, em Tineo, Cangas del Nareca ou Coto Bello (Aller), o céu estava limpo e foi possível observar o fenômeno por completo.
Os entusiastas que se reuniram em Oviedo não tiveram a mesma sorte. Pouco depois das 18h, as nuvens e a neblina começaram a cobrir o céu no Monte Naranco e, poucos minutos depois, o Parque del Oeste também ficou sob o manto de nuvens. O recinto de feiras Luis Adaro, em Gijón — que nestes quinze dias é o epicentro das Astúrias com a Feira Internacional de Exposições das Astúrias (Fidma) —, ficou praticamente vazio, com o céu totalmente coberto.
Quem optou por assistir ao eclipse do mar também se deparou com céu nublado e ausência de vento que pudesse afastar as nuvens. O mesmo aconteceu com os asturianos e visitantes que permaneceram na costa, onde o céu permaneceu completamente nublado durante toda a tarde. De Luarca a Villaviciosa, passando por Gozón — onde houve até momentos de chuva fina —, o sol permaneceu oculto entre as nuvens.
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