Publicado 17/05/2025 20:41

O Conselho de Segurança condena a escalada da violência na Líbia e pede que as partes protejam os civis

Archivo - UNITED NATIONS, March 16, 2022 -- Uma reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre a situação na Líbia é realizada na sede da ONU em Nova York, em 16 de março de 2022. A subsecretária-geral da ONU para Assuntos Políticos, Rosemary DiCarlo, aler
Europa Press/Contacto/Loey Felipe/UN Photo

MADRID 18 maio (EUROPA PRESS) -

O Conselho de Segurança das Nações Unidas condenou neste sábado a recente "escalada de violência" na capital da Líbia, Trípoli, e pediu às partes que garantam a segurança da população civil e levem os responsáveis pelos ataques à justiça, insistindo na necessidade de construir uma paz "duradoura" para o povo líbio.

"Os membros do Conselho de Segurança expressaram sua profunda preocupação com a escalada da violência em Trípoli nos últimos dias, com relatos de vítimas civis. Eles pediram a todas as partes que protejam os civis (e) exigiram que os responsáveis pelos ataques contra civis sejam responsabilizados", diz uma declaração da ONU.

O Conselho também acolheu "relatórios sobre as tréguas acordadas", exigindo que elas sejam respeitadas "incondicionalmente" e que se avance em direção a "um cessar-fogo permanente".

O Conselho reiterou seu "firme compromisso" com "um processo político inclusivo, liderado e controlado pela Líbia" e apoiado pela ONU, que leve à "unificação de todas as instituições, incluindo as instituições militares e de segurança".

Na mesma linha, eles reafirmaram "seu respeito pela soberania, independência, integridade territorial e unidade nacional da Líbia" e elogiaram os esforços da Missão de Apoio das Nações Unidas na Líbia (UNSMIL), enfatizando "a importância do progresso urgente para alcançar paz duradoura, estabilidade e segurança para o povo líbio".

Essas declarações foram feitas depois que a própria UNSMIL pediu ao governo líbio em Trípoli que protegesse sempre os manifestantes que saíram às ruas para exigir a renúncia do primeiro-ministro Abdul Hamid Dbeibé.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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