Publicado 12/01/2026 09:30

O Conselho de Administração da Fundação La Caixa aprova a reeleição de Isidro Fainé como presidente

Archivo - Arquivo - O presidente da Fundação 'la Caixa', Isidro Fainé, participa na apresentação do projeto, a 11 de janeiro de 2023, em Málaga, Andaluzia (Espanha). O presidente da câmara, Francisco de la Torre; o presidente da Fundação 'la Caixa', Isidr
Álex Zea - Europa Press - Arquivo

Aprova as contas de 2025 e um orçamento “histórico” de 710 milhões para obras sociais em 2026 BARCELONA 12 jan. (EUROPA PRESS) -

O Conselho de Administração da Fundação La Caixa, reunido na semana passada, aprovou por unanimidade nesta segunda-feira a reeleição de Isidro Fainé como presidente e de Javier Godó como vice-presidente, segundo comunicado divulgado pela instituição.

Da mesma forma, o Conselho de Administração aprovou a renovação do cargo de conselheiro de Isidro Fainé, Javier Godó, José María Álvarez-Pallete, Luis Carreras, Isabel Estapé, María Isabel Gabarró, Eugenio Gay, Francesc Homs e Pablo Isla, em todos os casos pelo período estatutariamente estabelecido de quatro anos.

Também aprovou por unanimidade a nomeação de Baldiri Ros como patrono da Fundação La Caixa, por proposta do Institut Agrícola Català de Sant Isidre, por um período de dois anos.

Baldiri Ros integrará o Conselho de Administração a partir da próxima sessão, substituindo Xavier Brossa, proposto na época pela Societat Econòmica Barcelonesa d'Amics del País (SEBAP), cujo mandato chega ao fim: Ros acede ao Conselho de Administração no âmbito do sistema rotativo que os estatutos da Fundação La Caixa reservam às suas entidades fundadoras.

O Conselho de Administração da Fundação aprovou também as contas do exercício de 2025, no qual destinou um total de 655 milhões de euros à sua atividade de obra social; a Fundação atendeu no ano passado cerca de 250.000 beneficiários em Espanha e Portugal através dos seus programas de intervenção social direta.

Desde a sua transformação em Fundação Bancária em 2014, a Fundação destinou 6.150 milhões de euros ao desenvolvimento de iniciativas sociais, de investigação, bolsas de estudo e cultura, com o objetivo de contribuir para a melhoria de toda a sociedade e, especialmente, dos coletivos mais vulneráveis.

O órgão máximo de gestão também aprovou o orçamento da Fundação para 2026, que atingirá o “valor recorde” de 710 milhões de euros, 8,4% a mais que no ano anterior; desde 2014, o orçamento anual da entidade aumentou 63,3%.

PLANO ESTRATÉGICO O novo orçamento para 2026 está em linha com o estabelecido no Plano Estratégico 2025-2030 da Fundação, apresentado em junho passado, que prevê que a entidade invista mais de 4.000 milhões de euros até 2030 para impulsionar a transformação social.

“Gostaria de agradecer ao Conselho de Administração pela confiança que voltou a depositar em mim para presidir a entidade. Considero que a vida é serviço e, nesse sentido, é uma verdadeira honra poder dar continuidade a um projeto que, desde a independência de ação que lhe conferem seus mais de 120 anos de história, se mantém fiel aos seus princípios”, afirmou o presidente da Fundação La Caixa, Isidro Fainé.

Destacou, igualmente, a “vocação de serviço à sociedade e às pessoas em situação de maior vulnerabilidade”, ao mesmo tempo que assegurou que, com o novo orçamento aprovado para 2026, a entidade redobra os seus esforços para atender mais coletivos e pessoas, especialmente no âmbito social, nas suas palavras.

Fainé acrescentou que isso ocorre “em um momento em que os índices de pobreza e desigualdade continuam crescendo, não apenas na Espanha e em Portugal, mas em todo o mundo”. PROGRAMAS DE TRANSFORMAÇÃO SOCIAL

Do total do investimento previsto para 2026, cerca de 60%, mais de 415 milhões de euros, será destinado ao desenvolvimento de programas de transformação social, como o CaixaProinfancia, que tem como objetivo combater a pobreza infantil, e os projetos de integração laboral para grupos vulneráveis Incorpora e Reincorpora.

Também será destinado ao Programa de Atenção Integral a Pessoas com Doenças Avançadas, que visa melhorar a qualidade da atenção às pessoas que se encontram no fim da vida; ou ao programa de Pessoas Idosas, destinado a promover a participação social deste grupo; bem como ao programa EduCaixa, que promove a transformação educacional. INVESTIGAÇÃO

Por sua vez, a área de pesquisa e bolsas terá uma dotação de 147 milhões de euros, 20% do orçamento total; neste âmbito, destacam-se os concursos de apoio a projetos de investigação médica CaixaResearch de Investigação em Saúde e CaixaImpulse de Inovação, bem como o desenvolvimento do CaixaResearch Institute, centro de referência no campo da imunologia, e o programa de Bolsas, que concede bolsas de graduação, pós-graduação, doutorado e pós-doutorado a estudantes excelentes e de grupos vulneráveis.

Outros 20% do investimento total (147 milhões de euros) serão destinados a iniciativas de divulgação da cultura e da ciência através da rede de centros CaixaForum, do Museu da Ciência CosmoCaixa, das exposições itinerantes e da programação de concertos e conferências, bem como do CaixaForum+, a plataforma audiovisual própria da Fundação La Caixa.

PROJETOS EMBLEMÁTICOS Em 2026, a Fundação prevê investir cerca de 50 milhões no desenvolvimento de “grandes projetos emblemáticos”, como o CaixaResearch Institute, que deverá abrir as suas portas em 2026 e será o primeiro grande centro de investigação transversal e interdisciplinar especializado em imunologia das doenças em Espanha e um centro de referência mundial.

Destacam-se também o CaixaForum de Málaga, cujas obras terão início este ano, e o Centro ArtHub em L'Hospitalet de Llobregat (Barcelona), um novo centro que reunirá e dinamizará o conjunto de obras da Coleção de Arte Contemporânea da Fundação 'la Caixa'.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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