Europa Press/Contacto/Mc2 Mariano Lopez/U.S. Navy
MADRID 17 dez. (EUROPA PRESS) -
O Congresso dos Estados Unidos deu sinal verde nesta quarta-feira ao orçamento anual de defesa, que em uma de suas disposições exige que o Pentágono compartilhe com os membros do Congresso imagens de ataques contra supostos traficantes de drogas em águas do Caribe.
A chamada Lei de Autorização de Defesa Nacional (NDAA) foi aprovada pelo Senado na quarta-feira por 77 votos a favor e 20 contra, depois de ter sido aprovada pela Câmara dos Deputados na semana passada. O texto agora terá que ser assinado pelo presidente dos EUA, Donald Trump.
Especificamente, o pacote legislativo limita o orçamento de viagens do secretário de defesa Pete Hegseth até que os comitês de Serviços Armados da Câmara e do Senado recebam as imagens brutas dos supostos ataques de barcos de drogas na costa da Venezuela, especialmente o que as forças dos EUA realizaram em 2 de setembro.
Também impede que o Pentágono reduza o número total de tropas americanas na Europa para menos de 76.000 por mais de 45 dias até que o Pentágono certifique ao Congresso que tal redução é do interesse do país e que a OTAN foi consultada, segundo o Politico.
Ela também impede que o chefe do Comando Europeu dos EUA (EUCOM) - cargo atualmente ocupado por Alexus G. Grynkewich - renuncie ao seu papel de comandante supremo aliado na Europa, além de autorizar US$ 400 milhões para armar e equipar as forças armadas ucranianas.
A NDAA também proíbe o governo federal de suspender a assistência de inteligência a Kiev, impondo um aviso de 48 horas explicando o motivo de tais restrições. Outra disposição revoga a legislação aprovada em 2002 e 1991 para o uso de força militar durante as guerras do Iraque e do Golfo. O pacote também revoga definitivamente as sanções à Síria nos termos da Lei César de Proteção Civil da Síria de 2019.
Isso ocorre depois que Hegseth disse, no início do dia, que mostraria aos membros do comitê um vídeo editado do segundo ataque de Washington em águas caribenhas, mas que não planejava divulgá-lo na íntegra por se tratar de um documento audiovisual "ultrassecreto".
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