Europa Press/Contacto/Carlos Garcia Granthon
MADRID 3 abr. (EUROPA PRESS) -
O Congresso peruano aprovou na quinta-feira a convocação do primeiro-ministro, Gustavo Adrianzén, para responder a uma série de perguntas, principalmente sobre questões de segurança, mas também sobre seu trabalho como porta-voz, em meio aos escândalos que afetaram o governo e a presidente Dina Boluarte.
A audiência foi aprovada por 43 votos a favor, 39 contra - os das forças pró-Fujimori - e 21 abstenções. Adrianzén terá de responder a 43 perguntas e, se o Congresso não estiver satisfeito, poderá ser apresentada uma moção de censura contra ele.
A proposta, promovida pelo congressista do Avanza País, Edward Málaga, alega que o país está ingovernável, especialmente nas regiões de Lima e Callao, com um aumento do crime organizado, apesar das restrições impostas pelo governo com diferentes extensões do estado de emergência.
Adrianzén também será questionado sobre seu desempenho como porta-voz e as "falhas" na comunicação em relação às dúvidas sobre os vários casos de corrupção envolvendo o governo e o presidente Boluarte, sobre quem foram feitas três perguntas a esse respeito.
Há algumas semanas, o Congresso aprovou uma moção de censura contra o ex-ministro do Interior, Juan José Santiváñez, por sua maneira de lidar com a crise de segurança que assola o país, e ele foi substituído por Julio Díaz Zulueta, que agora é o sétimo chefe dessa pasta desde que Boluarte assumiu o cargo em 2022.
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