MADRID 19 abr. (EUROPA PRESS) -
A Comissão de Defesa do Congresso debate e vota nesta segunda-feira uma iniciativa promovida pelo PP que exige que o Governo garanta os recursos necessários para que os soldados destacados no âmbito da missão da ONU no Líbano possam desempenhar suas funções de forma “eficaz e segura”.
Em uma proposta de lei, divulgada pela Europa Press, os “populares” destacam a difícil situação que os cerca de 10.000 militares destacados na missão, dos quais cerca de 650 são espanhóis, vivem desde o recrudescimento da violência no Oriente Médio após os ataques do Hamas em 7 de outubro de 2023 e o ataque dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã.
Assim, o partido exige que o governo “forneça os recursos necessários para garantir que os soldados destacados no Líbano possam desempenhar suas funções de maneira eficaz e segura enquanto o Exército espanhol permanecer na missão”.
Os soldados que integram a missão, cujo mandato termina em dezembro deste ano, passam seu tempo frequentemente em abrigos, em meio aos ataques cruzados entre o Exército israelense e o partido-milícia xiita Hezbollah.
A POLÊMICA DO CONTROLE DE TRÁFEGO
A operação também é alvo de ataques por parte de Israel. De fato, um “capacete azul” de nacionalidade espanhola foi retido durante uma hora há duas semanas por pessoal do Exército israelense, que exerceu violência contra o soldado, conforme revelou a ministra da Defesa, Margarita Robles.
Justamente, a porta-voz do PP no Congresso, Ester Muñoz, protagonizou a polêmica ao menosprezar esse incidente. Ela disse que já havia passado por controles de trânsito que a mantiveram “retida” por mais tempo.
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