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MADRID 7 mar. (EUROPA PRESS) -
As autoridades colombianas receberam com satisfação a aprovação pelo Congresso, na quinta-feira, em segunda leitura, do projeto de reforma do sistema de saúde pública proposto pelo governo do presidente Gustavo Petro, que foi derrotado pela mesma câmara no ano passado.
Em um comunicado divulgado pela Presidência do país latino-americano em sua conta na rede social X, o Ministério da Saúde defendeu que o projeto visa "consolidar um sistema de saúde mais acessível, equitativo e eficiente para todos os colombianos".
A proposta, que agora será discutida e votada na Sétima Comissão do Senado, foi aprovada com 90 votos a favor e 28 contra após um debate que começou na terça-feira, quando apenas 30 artigos haviam sido aprovados, de acordo com a estação de rádio colombiana W Radio. Dois dias depois, no entanto, o texto foi aprovado em sua totalidade, com 83 artigos.
A reforma tem como objetivo transformar os prestadores de serviços de saúde privados (EPS), a maioria dos quais está sob intervenção do Estado, em Gestoras de Saúde e Vida, que serão responsáveis pelo gerenciamento de tarefas administrativas, como a obtenção de consultas e a entrega de medicamentos, facilitando o acesso a serviços essenciais.
O objetivo dessas novas entidades, de acordo com o Ministério da Saúde, é melhorar a coordenação do sistema, reduzir os tempos de espera e facilitar o acesso ao atendimento médico para milhões de usuários que atualmente enfrentam dificuldades.
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