Publicado 01/07/2026 10:03

A Comunidade solicita ao Ministério um financiamento extraordinário devido à chegada de menores migrantes desacompanhados

Archivo - Arquivo - Antigo Hospital Naval
AYUNTAMIENTO DE CARTAGENA - Arquivo

MURCIA 1 jul. (EUROPA PRESS) -

A Secretaria de Política Social, Famílias e Igualdade solicitou ao Ministério da Juventude e da Infância um financiamento extraordinário para a assistência a menores migrantes desacompanhados, ao considerar que a Região de Múrcia “é a única comunidade que, apesar de estar operando acima de sua capacidade, não recebe nem um euro de financiamento extraordinário”, destacou a diretora-geral de Famílias, Infância e Conciliação, María Luisa Lozano.

O pedido foi apresentado por Lozano durante a reunião ordinária da Comissão Setorial da Infância, realizada nesta quarta-feira, conforme informou a Comunidade.

A diretora-geral indicou que o Executivo central destinará 15,5 milhões de euros às Ilhas Canárias, Ceuta, Melilha e Ilhas Baleares, enquanto as demais comunidades autônomas, entre elas a Região de Múrcia, dividirão 19,5 milhões de euros.

Nesse sentido, ela considerou que esse montante é “insuficiente” e afirmou que isso obriga o governo regional a realizar “um importante esforço orçamentário” para atender às crianças que se encontram sob o sistema de proteção.

Além disso, Lozano reivindicou que a Região de Múrcia seja considerada “porta de entrada da rota mediterrânea” e receba “o mesmo tratamento” que as Ilhas Canárias, Ceuta, Melilha e as Ilhas Baleares.

A responsável regional argumentou que a Comunidade apresenta uma “singularidade” por ser, conforme indicou, “triple porta de entrada” de menores migrantes desacompanhados, em referência às chegadas pelo Hospital Naval, por embarcações à costa e por meio de transferências aéreas de outras comunidades autônomas, circunstâncias que, em sua opinião, “sobrecarregam” os recursos do sistema de proteção.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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