Publicado 18/11/2025 06:29

O Compromís exige que a polícia atue "na primeira bandeira ou grito fascista" nos comícios do 20N

Archivo - Arquivo - Pessoas fazem a saudação fascista durante uma manifestação com o slogan "Remigração. Por bairros seguros" em 23 de maio de 2025 em Madri, Espanha. A marcha, organizada pela Falange Espanhola, pede a deportação em massa de migrantes.
Fernando Sánchez - Europa Press - Arquivo

MADRID 18 nov. (EUROPA PRESS) -

O deputado do Compromís por Sumar no Congresso, Alberto Ibáñez, pediu ao Ministério do Interior que garanta que a polícia atue "na primeira bandeira, no primeiro grito ou na primeira saudação fascista" que ocorrer nos comícios que podem ser realizados para coincidir com o 50º aniversário da morte de Franco.

Em uma coletiva de imprensa realizada na terça-feira no Congresso, Ibáñez admitiu que é "complexo do ponto de vista do equilíbrio constitucional" proibir a autorização para a realização de comícios. "Mas em um país onde há policiais infiltrados nos sindicatos de moradia ou no movimento ambientalista, acho que será fácil detectar", disse ele.

De qualquer forma, ele indicou que, quando se sabe que a autorização está sendo solicitada por um grupo de extrema direita, a polícia deve agir o mais rápido possível. "É muito simples: na primeira bandeira fascista, no primeiro grito ou no primeiro braço levantado, a polícia deve agir para reprimir o fascismo em nossas ruas", afirmou.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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