Publicado 20/02/2026 10:15

O Compromís destaca que, no dia da tempestade, Mazón «estava na cama» à uma da madrugada, em vez de permanecer no Cecopi.

O deputado do Compromís Alberto Ibáñez durante uma coletiva de imprensa no Congresso dos Deputados, em 16 de fevereiro de 2026, em Madri (Espanha).
Eduardo Parra - Europa Press

MADRID 20 fev. (EUROPA PRESS) - O porta-voz do Sumar na comissão de investigação do Congresso sobre a tempestade, Alberto Ibañez, do Compromís, denunciou nesta sexta-feira que o ex-presidente da Generalitat Valenciana, Carlos Mazón, já estava na cama à uma da manhã do dia da tempestade, em vez de permanecer no Cecopi dirigindo a emergência.

Assim o afirmou em um áudio divulgado por seu partido após tomar conhecimento do depoimento prestado ao tribunal pelo motorista que trabalhava para Mazón naquele dia 29 de outubro de 2024, dia da enchente que deixou 230 mortos somente na província de Valência.

Ibáñez destacou que o testemunho do motorista revelou novas “mentiras” de Mazón, pois o então governante regional não saiu da cidade de Valência “antes do Es-Alert soar”.

“Mas o mais grave é que, à uma da manhã, o senhor Mazón, imaginamos que de ressaca, já estava na cama quando deveria estar dirigindo e coordenando a emergência, enquanto as pessoas continuavam desesperadas, sem saber onde estavam seus familiares”, acrescentou.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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