PRESIDENCIA DE ECUADOR EN X
MADRID 7 out. (EUROPA PRESS) -
O governo do Equador denunciou nesta quinta-feira que um grupo de pessoas atacou o comboio do presidente do país latino-americano, Daniel Noboa, na província de Cañar, no sul do país, e anunciou que "todos os detidos serão processados por terrorismo e tentativa de assassinato".
A presidência equatoriana, que compartilhou imagens do incidente em seu perfil na rede social X, criticou o grupo - que atirou várias pedras contra o veículo "no qual viajavam civis" - por tentar "impedir à força a entrega de uma obra destinada a melhorar a vida de uma comunidade", obedecendo a "ordens de radicalização".
"Estamos fazendo o que deveríamos estar fazendo e eles não podem nos impedir: chegar a todos os cantos do país, onde as famílias precisam de obras, serviços e da presença de seu presidente", disse ele, depois de garantir que "os desestabilizadores não conseguiram parar o governo nacional".
A ministra do Meio Ambiente e Energia, Inés Manzano, disse que "500 pessoas apareceram e atiraram pedras nele, e há sinais de balas" no veículo do presidente. De acordo com declarações relatadas pelo jornal 'Primicias', até o momento cinco pessoas foram presas pela polícia, que serão acusadas de tentativa de homicídio.
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