Publicado 14/06/2025 00:31

Colômbia suspende a regra de gastos por três anos e propõe reforma fiscal

Archivo - Arquivo - 9 de junho de 2024, São Petersburgo, Rússia: A bandeira da República da Colômbia vista na galeria de bandeiras dos países participantes no âmbito do Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo 2024
Europa Press/Contacto/Maksim Konstantinov

MADRID 14 jun. (EUROPA PRESS) -

O ministro das Finanças da Colômbia, Germán Ávila, apresentou as atualizações financeiras do país, entre as quais anunciou a suspensão da regra fiscal para os próximos três anos, em vista do aumento do déficit de 5,1% previsto para 7,1% até o final de 2025 e uma futura reforma tributária com a qual se pretende arrecadar 19 bilhões de pesos colombianos (cerca de quatro milhões de euros).

"O plano inclui a suspensão da regra fiscal por três anos, por meio da ativação formal da cláusula de escape, com o objetivo de evitar um ajuste abrupto que paralise a economia, em troca de um caminho de consolidação gradual ao longo de três anos", disse Ávila em declarações publicadas no jornal colombiano El Tiempo.

O governo de Petro havia calculado um déficit de 5,1% este ano; no entanto, as projeções foram finalmente definidas em 7,1%, o que significa um gasto público maior do que o inicialmente calculado.

Diante dessa situação das finanças do Estado, as autoridades colombianas optaram por uma suspensão de três anos do limite imposto para que a administração não possa gastar mais do que o valor estabelecido, uma medida "necessária" para poder restabelecer o equilíbrio das contas públicas.

Por outro lado, o ministro colombiano anunciou uma reforma do sistema tributário na qual vários impostos, como o IVA e o imposto de renda, serão modificados, embora ele não tenha detalhado as mudanças exatas.

Essa reforma será apresentada ao Congresso colombiano no segundo semestre de 2025 e tem como objetivo aliviar as contas do país graças ao aumento da arrecadação de impostos.

"A Colômbia enfrenta uma grave restrição fiscal, mas tem um roteiro confiável se agir com gradualismo, técnica e coesão política", disse o ministro das finanças do governo colombiano.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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