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MADRID 14 out. (EUROPA PRESS) -
O governo colombiano respondeu duramente na terça-feira à proposta da gangue criminosa venezuelana Tren de Aragua de se unir às políticas de paz, argumentando que não permitirá que grupos criminosos "zombem da justiça internacional para buscar a impunidade por seus crimes".
Nesses termos, o ministro da Justiça, Eduardo Montealegre, respondeu à solicitação por carta de Larry Amaury Álvarez, vulgo 'Larry Changa', um dos fundadores da quadrilha venezuelana, que apresentou há alguns dias ao presidente, Gustavo Petro, uma solicitação para sua entrada nos processos de paz que o governo está organizando.
Montealegre enfatizou que o governo tomou medidas "muito sérias" para evitar que os membros dessas organizações "zombem dos processos de extradição" sob o pretexto de participar dos processos de paz.
Ele enfatizou que "apenas quatro pessoas se beneficiaram da suspensão da extradição por participarem como gestores da paz" e reiterou ao público que não permitirá que essas organizações "zombem da justiça internacional para buscar a impunidade de seus crimes".
Essa petição também foi dirigida a Montealegre e ao comissário para a paz, Otty Patiño, e afirma que a quadrilha criminosa está "interessada em explorar uma solução política", conforme revelado pela revista 'Semana'.
Larry Changa está atualmente preso na prisão de segurança máxima de La Picota, localizada no sul de Bogotá, aguardando extradição para o Chile.
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