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MADRID 17 set. (EUROPA PRESS) -
O governo colombiano enfatizou mais uma vez que não aceitará nenhum "ultimato" dos Estados Unidos, depois que o país foi retirado da lista de Estados que combatem o tráfico de drogas, e que continuará com as políticas que vem implementando até agora.
"Não temos que endireitar nenhum caminho", disse o ministro da Justiça, Luis Eduardo Montealegre, em uma nova reação do governo colombiano às acusações vindas de Washington sobre a suposta falta de eficácia e liderança para deter um aumento "histórico" na produção de cocaína.
"Trabalhamos com grande seriedade, com grande convicção, com nossa própria política na luta contra as drogas, não a que nos foi imposta pelos Estados Unidos", disse Montealegre, que insistiu que o governo está no caminho certo. "Não vamos corrigir nenhum curso", advertiu.
Montealegre explicou que a posição dos Estados Unidos sobre o fim do tráfico de drogas é "bélica", enquanto a Colômbia está comprometida com "uma política social centrada na defesa dos direitos humanos, na substituição voluntária de cultivos" e "no desenvolvimento humano e social", segundo a Blu Radio.
Mesmo assim, o ministro da Justiça garantiu que eles não estão fechados ao diálogo com os Estados Unidos, apesar de suas "desqualificações" e do "tratamento injusto" a que estão submetendo a Colômbia.
Na segunda-feira, Washington retirou a Colômbia de sua lista de países que combatem as drogas, acusando o presidente colombiano Gustavo Petro de ser responsável por um suposto aumento sem precedentes no cultivo de coca e na produção de cocaína em um território historicamente atingido pelo fenômeno do tráfico de drogas.
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