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MADRID 29 abr. (EUROPA PRESS) -
O ministro da Defesa da Colômbia, Pedro Sánchez, anunciou a possível saída do Grupo Armado Organizado Residual (GAO-r) Jorge Suárez Briceño do acordo que suspende as operações ofensivas contra a facção armada, devido à sua participação em um ataque na segunda-feira contra o exército que deixou seis soldados mortos.
A esse respeito, o chefe da Defesa confirmou que discutirá a medida com o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, e com sua liderança militar, conforme explicou em declarações divulgadas pela estação de rádio W Radio.
"A outra opção é suspender e remover a frente Jorge Briceño Suárez", disse Sánchez.
Por outro lado, ele não descartou a continuação do acordo com o grupo armado, uma medida que só estará em vigor até 18 de maio, data em que eles devem decidir se continuam ou não com o processo de relaxamento das ofensivas militares.
O exército colombiano acusou a facção de não cumprir "os compromissos adquiridos por meio dos acordos e protocolos assinados no âmbito da mesa de diálogo e negociação" com o governo do país latino-americano e rejeitou "a suposta participação de alguns civis" no ataque.
Da mesma forma, o presidente colombiano solicitou a abertura "imediata" de uma investigação "independente" sobre o ocorrido e já mencionou a possibilidade de "diminuir o cessar-fogo, que foi adotado com as frentes sob as ordens de 'Calarcá'", pseudônimo pelo qual é conhecido Alexánder Mendoza, um dos líderes das facções dissidentes do EMC das FARC.
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