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MADRID 27 ago. (EUROPA PRESS) -
O ministro da Defesa da Colômbia, Pedro Sánchez, anunciou na terça-feira uma recompensa de até 20 milhões de pesos (cerca de 4.700 euros) em troca de informações que levem à prisão de John Wilmer Ulcue, vulgo 'Jimmy Parra', membro de uma facção de 'Iván Mordisco', apontado pela polícia como responsável pelo sequestro de 34 soldados colombianos durante a operação que matou um líder do Estado-Maior Central (EMC), a principal dissidência das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC).
"A recompensa de até 20 milhões de pesos é oferecida por informações que nos permitam identificar e levar à justiça os responsáveis por esses graves crimes contra as forças públicas e contra a comunidade que protegemos", disse ele durante uma coletiva de imprensa na qual confirmou a morte de pelo menos dez pessoas e a captura de outras duas, incluindo um menor, durante os confrontos.
Por sua vez, a polícia colombiana apontou Jhon Wilmer Ulcue Trochez, vulgo 'Jimmy Parra' ou 'Jimmy Martinez', membro da "subestrutura 44 'Antonio Ricaurte'", que tem dois mandados de prisão por coerção armada, como o suposto autor do sequestro dos soldados.
Os soldados detidos participaram de uma operação que matou Willinton Vanegas Leyva, vulgo 'Dumar', uma figura-chave do EMC, acusado de ter liderado vários ataques, inclusive um contra unidades militares na aldeia de Bolivia, Argelia (Cauca), que resultou na morte de quatro soldados no ano passado.
De acordo com as autoridades colombianas, o combatente morto "tinha uma ordem direta" do líder dessa dissidência, vulgo "Iván Mordisco", para consolidar os corredores estratégicos de Meta e Guaviare, com membros de Cauca e Nariño, a fim de enfrentar os dissidentes do vulgo "Calarca", em referência ao Estado Mayor de Bloques y Frente (EMBF).
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