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MADRID 20 mar. (EUROPA PRESS) -
A polícia colombiana anunciou na quarta-feira que extraditou para os Estados Unidos oito narcotraficantes que estavam sendo investigados no Tribunal do Distrito Sul da Flórida por tráfico de drogas e conspirao para cometer crimes, incluindo Henry Loaiza Montoya, conhecido como 'El Alacrán Jr.', filho do ex-líder do cartel de Cali, Henry Loaiza, que tinha um aviso vermelho da Interpol.
O diretor da polícia colombiana, Carlos Fernando Triana, explicou que 'El Alacrán' "havia se submetido a sete cirurgias plásticas para modificar sua fisionomia e despistar as autoridades", e que "ele fazia parte de uma rede de tráfico de drogas com capacidade logística para coordenar o tráfico de até quatro toneladas de cocaína" da cidade colombiana de Tumaco e da cidade equatoriana de Esmeraldas para os Estados Unidos.
"Ele está acompanhado por sete membros de uma rede criminosa transnacional dedicada ao tráfico de cocaína usando barcos artesanais: Segundo Agenor Guerrero Banguera, José María Barros Rodríguez, Hans Howard Monroy Martín, Orlando José Díaz Guerra, Carlos Julio Ramírez Ortega, Hader Cuero Valencia e Mariano Valencia Sandoval", disse ele em seu perfil na rede social X.
O presidente da Colmbia, Gustavo Petro, declarou em seu perfil na rede social X que entregou s autoridades dos EUA "oito mafiosos colombianos" que esto "aliados s máfias mexicanas e a grupos que se dizem revolucionários, mas so simplesmente mafiosos".
"No gosto de me sentir um carcereiro e muito menos de entregar colombianos a outras potncias, mas essas pessoas causam muitos danos sociedade colombiana porque sua ganncia as leva a matar inocentes e a tirar proveito da diferena de preo, entre os custos e o preo final no mercado externo, de substncias que so politicamente proibidas", disse ele.
Petro afirmou que "a proibio causa muitos danos sociedade de consumo porque desvia recursos da preveno para burocracias que também se tornam, em parte, traficantes ou para prises que prendem pessoas que consideram inferiores ou empresas carcerárias privadas".
"É por isso que a pichao que diz que o Estado cria o crime é absolutamente sensata. É por isso que eu fiz a Colmbia lutar contra a proibio. Para nos libertarmos e nos tornarmos muito mais saudáveis no mundo e contribuirmos muito para a humanidade. O punitivismo foi um dos piores erros de nossa história", disse ele.
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