---/Presidencia El Salvador/dpa - Arquivo
MADRID 18 mar. (EUROPA PRESS) -
A Colômbia e o Equador concordaram nesta quarta-feira em formar uma comissão técnica para investigar a descoberta de uma bomba em território colombiano próximo à fronteira com o país vizinho, depois que o presidente colombiano, Gustavo Petro, afirmou que ela pertencia ao Exército equatoriano.
“Por mútuo acordo, foi coordenada a formação de uma comissão técnica binacional para verificar ‘in situ’ os motivos pelos quais o explosivo apareceu em território colombiano”, assinalou em um comunicado o Ministério da Defesa equatoriano.
O ministro da Defesa, Gian Carlo Loffredo, e o chefe do Comando Conjunto das Forças Armadas equatorianas, Henry Delgado, mantiveram uma reunião nesta quarta-feira com seus homólogos colombianos a fim de “trocar e verificar as informações apresentadas por ambos os países” a respeito.
“Essa análise demonstrou que a operação militar realizada pelas Forças Armadas do Equador foi legítima no âmbito do conflito armado não internacional e que foi realizada em território equatoriano”, ressaltou o ministério, acrescentando que a luta contra as máfias “continuará de forma firme e decidida” exclusivamente dentro do Equador.
Isso ocorre depois que Petro sugeriu que o Equador poderia estar “bombardeando” seu país na fronteira após o “aparecimento de uma bomba” que, em sua opinião, não provém de grupos armados ilegais, mas do Exército equatoriano, afirmação negada por seu homólogo equatoriano, Daniel Noboa.
O ministro da Defesa da Colômbia, Pedro Sánchez, informou que a “ameaça” foi “neutralizada” e não representa perigo para a comunidade. “A investigação continua para determinar como e por que esse artefato explosivo chegou ao território colombiano”, indicou.
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