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MADRID, 14 nov. (EUROPA PRESS) -
O ministro da Defesa da Colômbia, Pedro Sánchez, respondeu às críticas sobre a suposta presença de menores de idade na operação desta semana contra os dissidentes de 'Iván Mordisco' das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) em Guaviare, afirmando que ela foi "totalmente legítima" e que "quem se envolver perde toda a proteção".
"O que mata não é a idade, é a própria arma", disse ele em uma entrevista à Blu Radio, onde foi questionado sobre a possível presença de menores de idade nessa operação de alguns dias atrás, que deixou cerca de vinte corpos, que ainda aguardam análise das autoridades forenses.
Sánchez enfatizou que a operação "contra um alvo legal" foi "totalmente legítima", que foi realizada por meios e métodos contemplados pelo Direito Internacional Humanitário e que o governo já conseguiu resgatar mais de mil menores recrutados à força por esse tipo de grupo armado.
"Nesse conflito, há uma realidade muito dura que devemos rejeitar: o recrutamento de menores é um crime de guerra", condenou Sánchez, assegurando que a ordem de bombardear é sempre a "última opção" a ser considerada e que, nesse caso, havia uma "ameaça iminente" a um grupo de vinte soldados.
NOVO BOMBARDEIO CONTRA OS DISSIDENTES DE 'IVÁN MORDISCO'.
Sánchez confirmou nesta sexta-feira um novo bombardeio contra as posições de Néstor Vera Fernández, vulgo "Iván Mordisco", desta vez em Arauca, perto da fronteira com a Venezuela, com o objetivo de matar Omar Pardo Galeano, apelidado de "Antonio Medina", acusado de vários crimes.
Este é o décimo terceiro ataque aéreo das Forças Armadas contra as posições desse tipo de grupo durante o mandato de Gustavo Petro, oito dos quais ocorreram este ano, dos quais cinco foram contra o Clã do Golfo e três contra os dissidentes de "Mordisco".
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