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MADRID 12 ago. (EUROPA PRESS) -
O ministro colombiano da Defesa, Pedro Sánchez, confirmou nesta quinta-feira a morte de um dos líderes do grupo dissidente Segunda Marquetalia das extintas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), José Sierra Sabogal, conhecido como 'Zarco Aldinever', anunciado na semana passada pelo grupo, a quem o ministro vinculou ao ataque de 7 de junho contra o senador Miguel Uribe, que morreu no mesmo dia.
Sánchez fortaleceu a hipótese de que a Segunda Marquetalia estava envolvida no assassinato e denunciou em uma coletiva de imprensa que o grupo "não tem ideologia e age apenas para fins criminosos", conforme relatado pela Blu Radio.
Essa hipótese é atribuída à Junta de Inteligência Conjunta, que reúne as Forças Armadas, a Polícia Nacional, o Departamento Nacional de Inteligência e agências internacionais de países como Estados Unidos, Reino Unido e Emirados Árabes Unidos. No entanto, o chefe da Defesa advertiu que outras possibilidades ainda estão sendo consideradas até que os criminosos sejam detidos.
Quanto à morte de 'Zarco Aldinever', que ocorreu como resultado de um ataque com explosivos que a Segunda Marquetalia atribuiu ao Exército de Libertação Nacional (ELN), Sánchez, embora tenha minimizado qualquer tipo de significado político, afirmou que "é a lógica de todos os cartéis: disputas internas sobre o tráfico de drogas".
O governo colombiano retirou o status de Zarco Aldinever como negociador de paz em meados de julho, depois que a imprensa colombiana divulgou que os serviços de inteligência o haviam identificado como o mentor do ataque de 7 de junho contra o senador conservador e pré-candidato presidencial Miguel Uribe.
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