Europa Press/Contacto/Camilo Erasso
MADRID 9 maio (EUROPA PRESS) -
O ministro da Defesa da Colômbia, Pedro Sánchez, anunciou que o governo do país aumentou para 500 milhões de pesos, cerca de 110.000 euros, a recompensa oferecida por Jhon Edison Chala, membro das dissidências das FARC, identificado como o suposto assassino do jornalista Mateo Pérez Rueda.
Alias 'Victor Chala', em teoria, faz parte da estrutura criminosa 36 dentro das dissidências lideradas por Alexander Díaz Mendoza, alias 'Calarcá', mas o ministro da Defesa especulou sobre a possibilidade de uma ruptura com a liderança.
De qualquer forma, o apelidado de 'Víctor Chala' tornou-se “neste momento um alvo de alto valor”, e sua captura é agora “uma meta a ser cumprida”, juntamente com o desmantelamento de “todas as estruturas criminosas” às quais ele está vinculado, explicou Sánchez em declarações à mídia colombiana.
De acordo com as primeiras investigações, o jornalista — desaparecido desde a última terça-feira — encontrava-se na aldeia de El Palmichal, no município de Briceño, no noroeste do país, “realizando reportagens sobre os combates que estavam ocorrendo na zona quando foi comunicado seu desaparecimento”, conforme informou a ONG colombiana Indepaz.
Seu corpo teria sido entregue sem vida na última sexta-feira por membros da Frente 36, os supostos responsáveis pelos fatos.
A morte de Mateo Pérez se soma a uma extensa lista de líderes e defensores dos direitos humanos assassinados este ano na Colômbia, que chega a 57.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático