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MADRID 27 abr. (EUROPA PRESS) -
O ministro da Defesa da Colômbia, Pedro Sánchez, argumentou nesta segunda-feira que a onda de atentados mortais das últimas horas, cometidos pelas dissidências de “Iván Mordisco” no leste e sudeste do país, são uma resposta às ações do governo, que já conseguiu penetrar até mesmo no “ninho terrorista daquela região”.
“São uma resposta ao que fazemos”, disse o ministro da Defesa em relação ao que já são considerados os piores atentados contra a população civil nas últimas décadas, em entrevista à Caracol Radio, na qual destacou a responsabilidade de Iván Jacobo Idrobo Arredondo, conhecido como “Marlon”, nesses ataques.
Um total de 19 pessoas morreram e 18 ficaram feridas em um ataque neste sábado na Via Panamericana, na altura de Cajibío, em Cauca, culminando uma série de quase trinta ataques que se prolongaram por 36 horas em diversas partes desse mesmo departamento, mas também nos de Nariño e Valle del Cauca.
“Esses criminosos já perderam absolutamente qualquer ideologia que alguém pudesse ter. O que se vê neles é essa cultura do tráfico”, explicou Sánchez, que confirmou a recompensa de 1,1 milhão de euros por informações que ajudem na prisão de ‘Marlon’.
No entanto, a ação não se limita apenas a 'Marlon', já que outros "criminosos" operam na região, identificados como 'Farley', 'David', 'Mi Pez' ou 'Yogi', sobre os quais foram oferecidas recompensas que variam de 240.000 a 48.000 euros. Todos eles fazem parte de uma nova leva de substitutos de líderes que foram mortos ou se entregaram devido às “pressões” das autoridades.
Sánchez explicou que o grupo comandado por 'Marlon' é aliado das dissidências do Estado-Maior Central (EMC) das extintas FARC, lideradas por Néstor Vera Fernández, conhecido como 'Iván Mordisco'.
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