Publicado 11/05/2026 23:40

A Colômbia afirma ter realizado uma reunião "muito produtiva" para a libertação dos reféns sequestrados pelo ELN

Arquivo - 6 de março de 2026, Bogotá, Bogotá D.C., Colômbia: O ministro da Defesa da Colômbia, Pedro Sánchez, participa de uma coletiva de imprensa para anunciar a instalação de um PMU (Posto de Comando Unificado) para monitorar as eleições de 8 de março,
Europa Press/Contacto/Andres Lozano

MADRID 12 maio (EUROPA PRESS) -

O Ministério da Defesa da Colômbia garantiu nesta segunda-feira ter mantido uma reunião “muito produtiva” com a delegação do Governo Nacional para as mesas de diálogo com a guerrilha do Exército de Libertação Nacional (ELN), em prol da libertação “imediata” dos policiais e agentes do Corpo Técnico de Investigação (CTI) sequestrados no departamento de Arauca, no leste do país.

“Acabamos de encerrar uma reunião muito produtiva com a delegação do Governo Nacional para as mesas de diálogo com o ELN, a fim de revisar o protocolo que estamos desenvolvendo, com enfoque puramente humanitário, para trazer de volta nossos quatro funcionários públicos e também os demais colombianos que se encontram sequestrados pelo ELN”, informou o ministro da Defesa da Colômbia, Pedro Sánchez, em um vídeo divulgado nas redes sociais.

Participaram da reunião Sánchez, a chefe da equipe de negociação do Governo Nacional com o ELN, Vera Grabe, e o diretor-geral da Polícia, William Rincón. Tudo isso quase uma semana depois de a guerrilha ter informado sobre a imposição de supostas penas de até cinco anos de “prisão revolucionária” a dois agentes do CTI do Ministério Público da Colômbia, bem como a outros dois membros da Direção de Investigação Criminal e da Interpol (Dijin), sequestrados em Arauca em maio e julho de 2025, respectivamente.

“A liberdade é um direito universal e o sequestro não é um julgamento, é um crime atroz”, defendeu o responsável pela pasta da Defesa, ressaltando que “o mais importante” é que “eles retornem ao seio de seus lares e à liberdade, e que o façam com vida”.

Por sua vez, Grabe se referiu a este encontro como uma ocasião em que se insistiu na necessidade de uma “rota humanitária” e de reiterar ao ELN que “libere os sequestrados em Arauca”, um gesto que ele classificou de “fundamental” se se deseja “fomentar a paz” e “o diálogo”.

Nessa mesma linha, Rincón destacou que a Polícia Nacional “repudia” os sequestros, exigindo, em seguida, que os sequestrados “sejam libertados imediatamente”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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