Publicado 11/07/2025 07:43

A Colômbia afirma que as 30-40 mortes do Clã do Golfo são a soma de várias operações de 2025.

Archivo - 11 de março de 2025, Bogotá, Cundinamarca, Colômbia: O novo ministro da Defesa da Colômbia, Pedro Sanchez, participa da posse como novo ministro da Defesa em 11 de março de 2025 na escola de cadetes militares José Maria Cordova em Bogotá, Colômb
Europa Press/Contacto/Sebastian Barros - Arquivo

MADRID 11 jul. (EUROPA PRESS) -

O ministro colombiano da Defesa, Pedro Sánchez, esclareceu nesta sexta-feira que as 30 a 40 mortes do Clã do Golfo não correspondem ao último bombardeio do exército em Briceño, Antioquia, mas ao número total de operações desse tipo que foram realizadas até agora neste ano.

Sánchez disse que esse último bombardeio é o quarto a ser realizado na região de Antioquia, no norte da Colômbia, contra as posições do grupo narcoparamilitar até agora em 2025. "Como resultado dessas operações, estimamos que entre 30 e 40 membros do Clã do Golfo tenham sido afetados", explicou.

Com relação à última em Briceño, que ocorreu na última segunda-feira, mas foi divulgada à mídia nesta quinta-feira, Sánchez disse que as consequências da operação ainda estão sendo avaliadas no local, pois resultaram em "grandes movimentos de terra".

No entanto, ele esclareceu que "esses bombardeios só afetaram objetivos militares totalmente legais" e não qualquer pessoa ou propriedade protegida pelo direito humanitário internacional.

O Ministério da Defesa disse em um comunicado que o controle territorial foi reforçado na região, que até agora, neste ano, teve cerca de vinte oficiais das forças de segurança mortos em confrontos com grupos armados irregulares.

As autoridades colombianas também detalharam que, durante esses sete meses de 2025, as Forças Armadas mataram 1.170 membros do Clã do Golfo, o que representa um aumento de 7% em comparação com o mesmo período de 2024.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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