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MADRID 10 set. (EUROPA PRESS) -
As forças da coalizão militar liderada pela Arábia Saudita, em apoio ao governo do Iêmen reconhecido internacionalmente, denunciaram nesta quarta-feira ataques com mísseis por parte dos rebeldes houthis contra três localidades sauditas.
Seu porta-voz, o general Turki al Maliki, acusou os rebeldes de utilizar mísseis balísticos e drones em seus ataques contra Jamis Mushait, Abha e a cidade litorânea de Jizan, todas localizadas no sul da Arábia Saudita, sem revelar se houve vítimas e/ou danos materiais.
Em um comunicado divulgado nas redes sociais, o general afirmou que “a persistência desses ataques revela a estratégia e a ideologia extremista da milícia terrorista huti no que diz respeito à escalada da violência e aos ataques contra a população civil” em território saudita.
Maliki, que classificou os ataques como “atrozes”, garantiu que as forças da coalizão darão uma resposta “responsável para proteger a soberania e os bens nacionais (...) bem como para salvaguardar a população civil e os bens civis”.
Além disso, ele destacou que a resposta de Riade, que classificou como legítima defesa, respeitará o Direito Internacional Humanitário.
Por sua vez, os houthis denunciaram, em um comunicado divulgado pela agência de notícias SABA, ataques com drones realizados por Riade contra os distritos de Ghamr, Kataf e Al Buqa, na província de Saada, no noroeste do Iêmen, embora até o momento não tenham informado sobre vítimas.
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