CAMPAÑA DE LUISA GONZÁLEZ - Arquivo
MADRID 29 ago. (EUROPA PRESS) -
O Conselho Nacional Eleitoral do Equador (CNE) rejeitou o recurso interposto contra a decisão da Junta Eleitoral Provincial de Manabí de indeferir a candidatura ao cargo de governadora de Manabí nas eleições locais e regionais previstas para 29 de novembro.
A moção foi aprovada pelo plenário do CNE por três votos a favor e duas abstenções, com o argumento de que González não cumpria a regulamentação interna do movimento indígena Pachakutik, pelo qual ela pretendia se candidatar após a desqualificação de seu próprio partido político, apoiado pelo ex-presidente equatoriano Rafael Correa. O regulamento interno do Pachakutik estabelece que, para ser candidato, é necessário ter pelo menos dois anos de filiação ao partido.
“Nunca se esqueçam dos três malandros do CNE que se prestaram a tudo isso: os conselheiros Cabrera, Merino e Pita. #SomosGovernadosPorCriminosos”, publicou Correa nas redes sociais.
A coalizão Creo-Sociedade Patriótica valorizou a decisão. “A lei é a lei. E deve ser cumprida e feita cumprir”, argumentou a organização.
O Tribunal Contencioso Eleitoral (TCE) já havia anulado, no último dia 18 de julho, a suspensão do movimento Ação Mobilizadora Independente Gerando Oportunidades (AMIGO), aposta dos partidários do ex-presidente Rafael Correa e de Luisa González para as eleições de novembro. Contra a decisão do CNE ainda é possível interpor recurso perante o Tribunal Contencioso Eleitoral (TCE), última instância administrativa.
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