CONSEJO NACIONAL ELECTORAL DE VENEZUELA (CNE)
MADRID 4 jan. (EUROPA PRESS) -
O Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela (CNE) condenou o bombardeio e o "vil sequestro" do presidente venezuelano Nicolás Maduro na incursão militar dos Estados Unidos na madrugada de sábado, 3 de janeiro.
O órgão "rejeita categoricamente os bombardeios e ataques aéreos direcionados a instalações estatais e residências da população, causando mortes de funcionários públicos e civis na cidade de Caracas, Aragua, Miranda e no estado de La Guaira".
"Mas ainda mais grave é o vil sequestro de nosso presidente constitucional Nicolás Maduro Moros e da primeira-dama Dra. Cilia Flores de Maduro em ações militares realizadas pelo governo de Donald Trump", condenou.
O CNE exigiu uma "prova de vida" que demonstre a integridade física de Maduro e Flores e sua "libertação imediata". "A integridade do presidente é vital para a estabilidade da nação e o exercício da democracia", afirmou.
Ele também conclamou a comunidade internacional, a ONU e os povos do mundo a "rejeitar o ataque à República Bolivariana da Venezuela".
"Essa incursão armada, disfarçada sob o falso pretexto da luta contra o tráfico de drogas, constitui uma violação flagrante do direito internacional, da Carta das Nações Unidas e de outros princípios elementares da coexistência pacífica entre os Estados", argumentou. O "imperialismo criminoso" busca "subjugar a vontade de um povo livre e digno que não é produtor nem consumidor de drogas".
"Desde o Poder Eleitoral, apoiamos a luta do Governo Nacional e do povo venezuelano para garantir a paz, a independência, a soberania e a integridade territorial da República Bolivariana da Venezuela", conclui.
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