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MADRID 11 maio (EUROPA PRESS) -
O presidente das Canárias, Fernando Clavijo, admitiu sua preocupação com o fato de dois passageiros repatriados do navio “MV Hondius” neste domingo para o porto de Granadilla (Tenerife) terem testado positivo para o hantavírus, ressaltando ainda que era um risco que o governo das Canárias considerava possível e que, “infelizmente”, se confirmou.
Foi o que declarou Clavijo em declarações à 'Antena 3', divulgadas pela Europa Press, depois que um cidadão francês e outro norte-americano que viajavam no cruzeiro foram confirmados como casos positivos.
O presidente das Canárias lembrou que solicitaram ao Governo da Espanha medidas para a atracação do navio, como a realização de testes de antígenos ou PCR antes do desembarque, mesmo que fossem assintomáticos, por "segurança para os canários e para o pessoal que trabalhava na operação". “Hoje continuarão desembarcando passageiros sem que tenham sido testados, o que nos preocupa”, destacou.
Nesse contexto, ele considera que esse pedido não era “absurdo” após a confirmação dos casos positivos dos dois repatriados, pelo que lamentou que o Ministério da Saúde não tenha levado em conta as medidas propostas por seu Executivo.
Além disso, Clavijo também destacou que solicitou ao Governo que tanto o navio quanto a evacuação aérea permanecessem “o menor tempo possível” nas ilhas para evitar riscos.
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