Publicado 04/01/2026 13:32

Clavijo reúne porta-vozes parlamentares na segunda-feira para analisar a situação dos habitantes das Ilhas Canárias na Venezuela

Archivo - Arquivo - O Presidente das Ilhas Canárias, Fernando Clavijo, em uma coletiva de imprensa para analisar o acordo para o encaminhamento de menores migrantes desacompanhados.
GOBIERNO DE CANARIAS - Arquivo

Estima-se que 60.000 pessoas compõem a comunidade da ilha no país.

SANTA CRUZ DE TENERIFE, 4 jan. (EUROPA PRESS) -

O presidente do governo das Ilhas Canárias, Fernando Clavijo, planeja se reunir nesta segunda-feira com os porta-vozes dos grupos parlamentares na câmara regional para analisar a situação dos canários e seus descendentes que vivem na Venezuela após a intervenção militar realizada pelos Estados Unidos no país ontem, sábado.

Isso foi informado à mídia no domingo por fontes do executivo regional, que explicaram que a reunião será realizada às 10 horas na sede da Presidência do Governo em Santa Cruz de Tenerife.

O chefe do governo das Ilhas Canárias expressou sua "preocupação" com a situação que vem afetando a Venezuela desde as primeiras horas da manhã de sábado, alertando que o governo estava em contato com as organizações das Ilhas Canárias no país, bem como com a delegação do governo regional em Caracas, para saber o que estava acontecendo.

A COMUNIDADE INSULAR

Ao mesmo tempo, e em vista do que estava acontecendo na Venezuela no sábado, o governo das Ilhas Canárias decidiu emitir uma série de recomendações para as cerca de 60.000 pessoas que compõem a comunidade de ilhéus na Venezuela, incluindo evitar qualquer viagem não essencial e permanecer em casa.

A informação foi emitida pela Delegação do Governo das Ilhas Canárias na Venezuela, por meio de um comunicado, e após a captura do Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e os bombardeios executados pelos Estados Unidos contra alvos civis e militares nos estados de Caracas, Miranda e La Guaira.

Dessa forma, os habitantes das Ilhas Canárias foram instados a garantir que tenham toda a documentação (passaportes, vistos, etc.) em vigor e em um local seguro, a manter a calma e a evitar acender fogueiras devido ao perigo de vazamentos de gás ou outros riscos de explosão após um ataque.

O executivo regional destacou ontem que o plano de ação continua ativo para garantir a saúde e a alimentação dos canarinos no exterior, e que a Delegação do Governo das Ilhas Canárias na Venezuela pode ser contatada para relatar situações de vulnerabilidade específica.

Também lembrou que a proteção consular no exterior é de responsabilidade do governo espanhol.

EMBAIXADA DA ESPANHA

Em caso de emergência, os cidadãos podem entrar em contato com a Embaixada da Espanha na Venezuela por meio do endereço de e-mail cog.caracas@maec.es ou do número de telefone de emergência consular 0424 209 02 64. Se a ligação for feita de fora da Venezuela, o número de telefone é +58 424 2090264.

Por fim, o governo regional destacou que, para consultas gerais da Venezuela, pode-se ligar para +34 922 700 012 (ou 012 se estiver nas Ilhas Canárias); que o WhatsApp da Delegação do Governo das Ilhas Canárias na Venezuela é 0412 15000891, do delegado 0414 2471063 e do secretário 0424 2229538; e que há um número de telefone de emergência e informações 0212 267 11 55.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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