Publicado 10/06/2026 09:17

Clavijo considera “inoportuno” e “uma provocação” o fato de Sánchez ir com o Papa ao cais de Arguineguín

O presidente das Canárias, Fernando Clavijo, intervém durante uma sessão plenária no Parlamento das Canárias, em 13 de maio de 2026, em Santa Cruz de Tenerife, Tenerife, Canárias (Espanha). Clavijo comparece por iniciativa própria para prestar informações
Europa Press Canarias - Europa Press

MADRID 10 jun. (EUROPA PRESS) -

O presidente das Canárias, Fernando Clavijo, considerou “inoportuno” e “uma provocação” o fato de o chefe do Executivo, Pedro Sánchez, comparecer à visita do Papa Leão XIV ao cais de Arguineguín, na ilha de Gran Canaria, prevista para esta quinta-feira, 11 de julho.

Em entrevista ao canal 'Cuatro', divulgada pela Europa Press, o presidente das Canárias criticou Sánchez por ir ao que, segundo ele, foi o "cais da vergonha", em referência ao acampamento com milhares de imigrantes que se formou no recinto portuário de Arguineguín, onde pernoitaram amontoados durante o verão de 2020.

“Houve milhares de pessoas amontoadas durante meses. Todos os direitos humanos foram violados por um governo supostamente progressista”, lembrou ele, acrescentando em seguida que o presidente do Governo “não atendeu a uma única ligação” para resolver a gestão da crise migratória.

Diante disso, Clavijo repreendeu o chefe do Executivo, afirmando que “juntar-se” à visita ao lado do Papa é “inoportuno”, já que “eles não foram lá (Arguineguín) para assumir a responsabilidade quando era preciso”.

No entanto, ao ser questionado se falaria com Sánchez a esse respeito, Clavijo garantiu que não farão “absolutamente nada para politizar ou manchar” a visita de Leão XIV.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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