Publicado 01/10/2025 09:03

Clavijo confirma que o "menor" que deveria ir para Extremadura devido a uma contingência migratória nas Ilhas Canárias é maior de id

Archivo - Arquivo - Presidente das Ilhas Canárias, Fernando Clavijo
GOBIERNO DE CANARIAS - Arquivo

ARRECIFE (LANZAROTE), 1 (EUROPA PRESS)

O presidente das Ilhas Canárias, Fernando Clavijo, confirmou nesta quarta-feira que o primeiro "menor" que deveria ser transferido para Extremadura após a declaração da contingência migratória no arquipélago é maior de idade. Isso, acrescentou Clavijo, é uma prova da "frouxidão" com que o governo central está lidando com a situação dos menores.

Clavijo explicou, em declarações aos jornalistas, que a Delegação do Governo nas Ilhas Canárias presumiu que o jovem "era menor de idade", razão pela qual "decidiu não realizar os testes" e, quando eles foram realizados, "ficou demonstrado que ele não é menor de idade".

Nesse sentido, ele indicou que o procedimento de acordo com a lei "é claro", no entanto, esclareceu que a crítica do Executivo das Ilhas Canárias "é que esse procedimento não foi seguido" e, "ele não" sabe se "de uma forma artificial da Delegação do Governo, do Governo espanhol, "eles quiseram introduzir outros processos que tornaram esse procedimento mais difícil e não mais claro".

Ele enfatizou que o que foi criticado pelo Governo das Ilhas Canárias na época foi que "essa lentidão e essas dificuldades adicionais que estavam sendo colocadas" na transferência do menor finalmente mostraram que "ninguém" perguntou a idade do jovem e "ninguém verificou sua idade".

"Veja o básico, que seria a primeira coisa. O procedimento é claro sobre quem são os dubitativos e os indubitáveis. Os indubitáveis são os menores que são claramente menores, que não precisam ser testados porque uma criança de oito anos pode ver isso, mas aqueles que têm algum tipo de dúvida são tratados como menores desde o início, mas obviamente precisam passar por testes", explicou, acrescentando, a título de exemplo, que foi assim que houve "uma contradição entre a idade declarada pelo menor e a idade que, talvez, neste caso, as Forças e o Corpo do Estado determinaram".

Em todo caso, considerou que esse "exemplo mostra a preguiça" com que a "Administração do Estado está enfrentando" essa situação com os menores, porque "se soma à preguiça com que está agindo, apesar das ordens da Corte Suprema, com os menores que estão na rede de proteção internacional".

Finalmente, ele reprovou o Executivo central, em particular o Ministro de Política Territorial, o canário Ángel Víctor Torres, por "procurar desculpas absurdas" para levar os orçamentos das Ilhas Canárias ao Tribunal Constitucional, em vez de se concentrar "no cumprimento de suas obrigações com esses menores e com as Ilhas Canárias, e para que alguns remem a favor das Ilhas Canárias e não usem seus cargos como ministros para tentar se posicionar como líderes da oposição" ao Governo das Ilhas Canárias.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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