GRANADA 20 ago. (EUROPA PRESS) -
Policiais prenderam um total de cinco pessoas em Granada como supostos autores dos crimes de falsificação de documentos e incentivo à imigração ilegal. Dois dos detidos são o "casal" que simulou o casamento, uma espanhola de 23 anos de origem boliviana e um marroquino de 24 anos.
Isso foi comunicado pelo Corpo de Bombeiros em uma nota, na qual detalhou que o pai da mulher também participou ativamente do crime ao registrar seu falso genro em sua casa, sabendo que "ele nunca viveu e nunca viveria lá".
Quanto aos outros dois detidos, trata-se de um casal, amigos da moça, que participaram voluntariamente como testemunhas perante o cartório, apesar de terem conhecimento de que a relação afetiva era simulada e de advertências legais prévias sobre a prática de um crime em um documento público.
A investigação teve início no começo de maio passado, quando a Unidade Contra Redes de Imigração e Falsidade Documental da Brigada Provincial de Imigração e Fronteiras de Granada (Ucrif) tomou conhecimento de um provável casamento civil simulado entre uma espanhola de origem boliviana e um cidadão marroquino, cujo objetivo era obter uma autorização de residência por circunstâncias excepcionais, na forma de raízes familiares.
A partir desse momento, o grupo encarregado das investigações solicitou toda a documentação necessária para a investigação correspondente aos órgãos oficiais encarregados de processar tais autorizações.
Dessa forma, os agentes puderam observar que, entre a documentação exigida para a solicitação de uma autorização de residência por circunstâncias excepcionais, havia um certificado de censo falso que simulava uma coabitação inexistente.
Por outro lado, os agentes da Polícia Nacional também descobriram o propósito do casamento, onde duas pessoas atuaram como testemunhas do casamento e estavam cientes da simulação do casamento.
Uma vez concluída a investigação e com base no exposto, foram detidas as cinco pessoas sob investigação, todas com diferentes graus de participação nos atos criminosos. Os detidos são o casal simulado, o pai da noiva, que forneceu um registro falso, e as testemunhas do casamento, "perfeitamente cientes da simulação do relacionamento afetivo".
Todos os detidos, após prestarem depoimento, foram liberados até que se apresentem às autoridades judiciais, quando for exigido. Por outro lado, o grupo da Polícia Nacional está tomando as medidas necessárias para extinguir tanto o casamento simulado quanto a autorização de residência que foi solicitada por meio dele.
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